ALESSANDRA SILVA


04/10/2007


Muitas vezes, tudo que se quer

É um recolhimento silencioso

Esquecer das engrenagens do mundo

Lembrar de si mesmo e repousar.

 

Na fuga por um lugar distante

Estarmos mais próximos de nós

Simplesmente se esquecer sob lençóis

Reencontrarmos a essência perdida nos álbuns da estante.

 

Não há como viver sem memórias...

 

 

Escrito por Alessandra Silva às 22h55
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